Bem-vindo ao site da Santa Casa do Rio Grande.                                              Quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012.



SANTA CASA DO RIO GRANDE
 

MEDICINA HIPERBÁRICA
O QUE É?

A OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA (OHB) é a modalidade de tratamento médico que utiliza a administração de Oxigênio - O2 a 100% em pressões superiores a  atmosférica.
Possui múltiplas indicações no âmbito da medicina de urgência, reanimação em pacientes politraumatizados, nas intoxicações, no tratamento de infecções, síndromes neurológicas, ortopedia e cirurgia geral.
É administrada segundo protocolos rigorosos e bem codificada, isoladamente ou em associação com outros métodos terapêuticos indicados para a afecção causal (antibióticoterapia específica, debridamento cirúrgico, fisioterapia fonoaudiologia, etc...).

DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº. 1457/95 DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, AS PATOLOGIAS TRATÁVEIS ATRAVÉS DA OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA SÃO:


Infecções necrotizantes de tecidos moles: celulites, faciítes e miosites - são infecções que em geral acometem a pele, a gordura existente sob a mesma e, as vezes, os músculos vizinhos. Este grupo de doenças pode ter uma evolução lenta ou, pelo contrário evoluírem de maneira aguda, podendo levar a morte do paciente ou a necessidade de submeter o paciente a cirurgias mutiladoras (amputações) para salvar sua vida.

Lesões refratárias: úlceras de pele, lesões prédiabéticas, escaras de decúbito, úlcera por vasculites autoimunes, deiscências de suturas; - são aquelas feridas que, uma vez abertas, não fecham como seria esperado. Habitualmente ocorrem devido ao comprometimento da circulação sangüínea, afetando a oxigenação local, e/ou devido a presença de uma infecção bacteriana. São exemplos típicos deste tipo de ferida aquelas observadas nos glúteos e nos calcanhares das pessoas acamadas por longo período e as que ocorrem nos pacientes portadores de diabetes (doença caracterizada pela existência de taxas elevadas de açúcar no sangue) com uma incidência bastante elevada, levando freqüentemente a amputação do pé ou do membro acometido.

Osteomielites - São as infecções crônicas de ossos não solucionadas com o tratamento convencional (antibioticoterapia associada a cirurgias para raspagem do osso afetado), mesmo tentado diversas vezes. Um tipo específico de osteomielite crônica refratária que apresenta um índice de mortalidade bastante elevado é a otite externa maligna, que acomete o osso do crânio que faz parte da estrutura do aparelho auditivo.

Envenenamento por monóxido de carbono ou inalação de fumaça - trata-se de intoxicações graves com elevado índice de mortalidade, causadas pela aspiração voluntária (tentativa de suicídio) ou involuntária de gás de cozinha, descarga de veículos movidos a gasolina, ou de fumaça produzida por incêndios.

Lesões por esmagamento - São aquelas situações observadas nos esmagamentos traumáticos de braços e pernas, em que existe habitualmente lesões de vasos sangüíneos de maior calibre e um "inchaço" de grandes proporções do membro acometido, prejudicando seriamente a circulação sangüínea do membro atingido.
Envenenamento por cianeto ou derivados cianídricos -

Gangrena gasosa -

Síndrome de Fournier -

Isquemias agudas traumáticas: lesão por esmagamento, síndrome compartimental, reimplantação de extremidades amputadas e outras -

Vasculites agudas de etiologia alérgica, medicamentosa ou por toxinas biológicas (aracnídeos, ofídios e insetos) -

Queimaduras térmicas e elétricas -

Lesões por radiação: radiodermite, osteorradionecrose e lesões actínicas de mucosas - São feridas de pele ou encontradas em vísceras ocas, tais como a bexiga (cistite) e o intestino grosso (proctite ou retite) e que podem ser observadas nos pacientes portadores de câncer submetidos a radioterapia, manifestando-se através de urgência para urinar, sangramentos (ao urinar ou defecar), cólicas e diarréia ou prisão de ventre. A lesão actínica que afeta o tecido ósseo é denominada osteorradionecrose.

Retalhos ou enxertos comprometidos ou de risco, infectados e/ou necrosados - os enxertos e retalhos são procedimentos de cirurgia plástica reparadora, em que se pretende recobrir uma determinada ferida, normalmente extensa e profunda, com pele ou músculo retirado de outra parte do próprio paciente. O comprometimento da circulação sangüínea e, por fim, da oxigenação da pele ou do músculo transplantado pode levar ao fracasso do procedimento cirúrgico, evitado pela oxigenoterapia hiperbárica.

Anemia aguda, nos casos de impossibilidade de transfusão sangüínea -

Embolias gasosas - presença anormal de bolhas de ar na corrente sangüínea, levando a obstrução da circulação do sangue e, conseqüentemente, impedindo ou prejudicando a oxigenação de tecidos nobres do organismo, tais como o cérebro e o coração, com sérios desdobramentos. Pode ser observada acidentalmente na prática do mergulho e em alguns procedimentos médicos, tais como cirurgias cardíacas.

Doença descompressiva -

Embolias traumáticas pelo ar -
Abscesso cerebral - coleção de pús localizada no cérebro, de origem infecciosa e de difícil tratamento.
Doença de Crohn - doença de natureza inflamatória que acomete os intestinos e que pode ser acompanhada por drenagem espontânea de secreção purulenta para a pele da região próxima ao ânus ou do abdomen.
Doença descompressiva - doença que pode acometer o mergulhador que não observa as tabelas de descompressão recomendadas para o tempo distendido nesta atividade e a profundidade alcançada no mergulho por ele efetuado, e que se manifesta com dor nas juntas e sintomas neurológicos, tais como paralisias de partes do corpo.
Pneumoencéfalo - denomina-se desta maneira a presença de uma "bolha" de ar no cérebro, resultante habitualmente de um trauma.

 

CENTRO DE MEDICINA HIPERBÁRICA DE RIO GRANDE RS.

Dirigido pelas Dra CLAIR E Dra RITA, o Centro de medicina Hiperbárica de Rio Grande localizado na Santa Casa possui uma das mais avançadas Câmaras Hiperbáricas do Brasil, projetada específicamente para a atividade hospitalar.

 

 

Câmara
Com padroes de projeto e construção que atendem as mais rígidas normas internacionais, a câmara é certificada pela Det Norske Veritas, órgao certificador noruegues e ANVISA

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Objetivos
Acelerar a cicatrização de
tecidos por estímulos de fibroblastos e osteoblastos, diminuindo a mortalidade em pacientes sépticos e necróticos graves, evitando amputaçoes
e diminuindo o tempo de internação hospitalar e demais procedimentos e custos envolvidos.

 

 

Tratamento
O tratamento é realizado no interior da câmara hiperbárica sob rígidas normas de segurança.
As sessões tem duração, nível de pressão, intervalo e quantidade determinados por especialistas altamente qualificados.

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Com emissão de luz através de fibra ótica e sistema intercambiável de assentos, o interior da câmara abriga até nove pacientes confortavelmente instalados.

 

 

Sala de curativos

A sala de curativos permite procedimentos de debridamento de rotina e emergenciais.

 

 

 

 

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Dra Clair e Dra Rita


Atuaram como médica da Unidade de Medicina Hiperbárica da Estação Naval de Rio Grande estagiaram no Hospital Naval Marcílio Dias que é pioneiro nesse tratamento no Brasil com mais de trinta anos em experiência e confirmado efeito terapêutico.

 

 

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Localização
O Centro de Medicina Hiperbárica
encontra-se localizado na A.C. Santa Casa do Rio Grande, av. Presidente Vargas, 334, Vila Junção, Rio Grande, RS, acessível a todo
o Estado através das BR 116 e BR 392.

 

CENTRO DE MEDICINA HIPERBÁRICA DO RIO GRANDE

Av. Presidente Vargas, 334, Vila Junção, Rio Grande, RS
Cel: (0xx53) 99911442

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